segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

De Inverno, sou uma ratazana de esgoto

Passo muito mal com o frio. Fico chata, rezingona, irrito-me com tudo (ainda mais), não tenho vontade de fazer nada porque estou preocupada em satisfazer as minhas necessidades básicas de conforto, primeiramente. Estive a ver o meu instagram e até nisso se nota a minha disposição Inverno x Verão: tudo tem mais cor e sou mais ativa e criativa no calor.

Preciso de luz para funcionar melhor. Noto que fico mais bem disposta quando o dia está de sol, mesmo que frio, porque só a luz já dá um up ao ambiente. Já me apetece fazer mais coisas, sinto-me mais motivada e mais produtiva. Até no campo do exercício físico se nota uma variação de vontade e resultados. No Inverno nem em casa me apetece fazer exercício, quanto mais sair para a rua. Já quando está um dia bonito de sol até quase se me dá vontade de ir correr. De correr, gente! A alimentação varia também. No Inverno só quero comer porcarias que me confortem o corpo e a alma. Torradinhas com chá, chá com bolachas, massas quentinhas, chocolates. Ao menos no Verão já me dá para comer menos e de forma mais saudável, portanto eu preciso desesperadamente que cheguem os dias maiores, com mais luz e um pouco mais quentes. Pela minha saúde, pelo meu bem estar e pelo meu humor. E pela sanidade mental das pessoas que me aturam, que eu sei que não é fácil nestas alturas.

Só de pensar que ainda temos uns meses de Inverno pela frente...

sábado, 20 de janeiro de 2018

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

*eye roll*

Mulheres que dizem orgulhosamente que os maridos/namorados/whatever as ajudam muito em casa (a fazer coisas que são dos dois, na casa que é dos dois).
Não fosse tão trágico, teria a sua piada.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Modinhas

Faço parte de um grupo no facebook onde o tema é decoração. Há uns dois meses surgiu a modinha dos bancos com pêlos. Era ver, publicação sim, publicação não, as pessoas a partilharem locais para comprar, lojas online com descontos nos bancos, onde tinham os seus em casa, pessoas a perguntar onde comprar... Juro que fiquei enjoada de ver tanto banco. Não é que sejam feios, até porque isso vai muito do gosto pessoal e toda a gente sabe como isso é subjetivo, mas acaba por cansar de tanto ver. 



O mais estranho destas modinhas não é o facto de as pessoas gostarem todas do mesmo. É normal haver coisas que geram consenso, que a maioria das pessoas gostem e queiram ter. A parte estranha foi haver publicações de pessoas que disseram, muito contentes, que já tinham ido comprar os seus, embora não saibam onde os colocar. Era mesmo assim que diziam "também já tenho os meus, não sei é onde os pôr agora, mas eu arranjo espaço!". Tipo, comprar uma coisa só porque é modinha, porque os outros têm... Não compreendo.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Dica de poupança | Técnica dos envelopes

Já todos sabem que eu tenho um interesse cada vez maior por finanças pessoais. Gosto de me organizar, de controlar os meus gastos e de poupar. Quando já temos valores de despesas fixas estipulados, quando sabemos exatamente para onde vai o nosso dinheiro e fazemos os devidos cortes no que não acrescenta nada e só nos está a levar dinheiro, a poupança é o passo lógico seguinte. Tenho já há dois anos uma conta poupança onde todos os meses deposito um valor fixo que estipulei no início do ano passado mas, à parte dessa conta, senti necessidade de separar um certo valor poupado para coisas diferentes. Como não é nada prático criar mil contas para os mil objetivos e despesas que temos, decidi aderir à já antiga técnica do envelope.

Duvido que nunca tenham ouvido falar desta técnica mas aqui fica a explicação. A ideia é termos um conjunto de diferentes envelopes para diferentes despesas. Quando recebemos o nosso salário, devemos repartir o mesmo pelos diferentes envelopes tendo em conta os valores gastos mensalmente nessas despesas ou os valores que queremos/podemos gastar. Por exemplo, todos os meses tirar um valor definido para despesas com o carro (manutenção, selo, revisão), luz, água e gás, alimentação, seguros, etc etc etc. É ideal que se tenha um envelope para o fundo de emergência e outro para poupança/investimentos.

No meu caso em específico e como ainda não tenho despesas fixas com habitação e essas coisas todas, pois vivo com os meus pais, o objetivo dos envelopes é funcionar como uma poupança subdividida nos diferentes objetivos. O dinheiro que se coloca na conta poupança ou num mealheiro fica lá todo acumulado e só sabemos quanto dinheiro temos para o objetivo x e y se apontarmos num papel. A minha ideia com os envelopes é fazer essa divisão sem ter que estar a criar contas e mais contas no banco nem ter tudo misturado na conta poupança. Assim, tenho por exemplo um envelope para fundo de emergência, um envelope para gastar com saldos/prendas de Natal, um envelope para futuros passeios/viagens e outro mais específico para gastos com um evento que terei quase no final do ano. Já fiz as contas tendo em mente o meu salário, as minhas despesas e o montante que continuarei a tirar para a conta poupança e já defini as quantias mensais para cada envelope. Agora é começar a encher os envelopes, assim que receba os salários ou tenha um dinheirinho extra/de sobra (quem me dera que acontecesse!). 

É uma técnica bastante simples e até engraçada de pôr em prática. Pelo menos para mim, que gosto realmente de poupar e de ver a conta a aumentar :p Estou confiante que, assim, terei ainda mais facilidade para atingir os meus objetivos deste ano! E vocês, usam esta técnica? Têm hábito de separar um valor para cada objetivo que traçam? Partilhem as vossas dicas :)

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Surveys

Duas coisas importantes que muito me têm feito pensar nos últimos tempos:


  1. Quando vão limpar o vosso rabinho, dobram o papel higiénico antes ou fazem só um montinho? E limpam o rabinho com a mão por fora ou por dentro das pernas?


  2. Quando precisam de trocar de roupa (digamos que para vestir o pijama à noite ou tirar o pijama e vestir a roupa de manhã, por exemplo), tiram uma peça de cada vez e vão substituindo a peça tirada pela peça nova ou tiram tudo, ficam em pelota e depois é que vestem a nova roupa?
Eu sei, eu sei, faço sempre as perguntas verdadeiramente relevantes. Mas que querem? São coisas que me apoquentam. Para não se sentirem constrangidos, vá, eu dou o primeiro passo e respondo. Eu dobro o papel muito bem dobradinho e limpo com a mão por dentro das pernas. E quando preciso de trocar de roupa, neste tipo de situação, tiro as peças uma a uma e substituo pelas novas. Tiro a camisola, visto a camisola do pijama, tiro as calças, visto as calças do pijama e por aí a diante. Deus me livre e guarde de ficar em pelota com este frio polar! E mesmo no verão, costumo sempre tirar peça por peça e raramente fico toda nua antes de me vestir novamente. Pancas.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Desvalorizar o que é diferente

É verdade que há cada vez mais pessoas a perceberem que isto é um trabalho sério mas, estou quase há um ano na empresa, e ainda há quem me pergunte pelo meu "trabalhito" ou desvalorize o que eu faço, só porque trabalho em casa. Parece que não é a sério, só porque não saio de casa de manhã e regresso à noite. Que preconceito, que desinformação. Percebo nas pessoas, regra geral, que não acreditam muito que isto seja um emprego a sério, que tenha horários fixos, que tenha que apresentar trabalho feito ao fim do dia, só porque o faço a partir de casa. Parece, além disso, que estão preparados para eu dizer que já não trabalho nisto, que descambou, que não deu mais. Não só por ser um trabalho nestes moldes como por ser completamente fora da minha área de estudos. 

No início achava normal que perguntassem, que achassem estranho, mas já começa a chatear. Há dias em que enerva ter que estar sempre a responder a este tipo de alfinetadas. Mas depois também há dias, felizmente a maioria, em que as pessoas me perguntam pelo meu trabalhito e eu simplesmente respondo, calmamente, que o meu trabalho vai muito bem, obrigada. Às vezes não sei se é estranheza, curiosidade ou só inveja. 

domingo, 14 de janeiro de 2018