domingo, 23 de julho de 2017

Oh sweet lazy sunday...

Uma manhã de Domingo cheia de horas para aproveitar, um dia lindo lá fora, e eu acordada desde as 7h porque o telemóvel do trabalho tocou e fiquei a manhã toda no computador a fazer reviews e compras online. Sou terrível. Qualquer blogger de sucesso já teria ido fazer um treino com o seu pt num jardim algures por este Portugal magnífico, já teria comido as suas panquecas proteicas ou um grande pequeno-almoço num sítio in, já se teria preparado com um banho relaxado e sessão de cabelo e maquilhagem para estar linda e maravilhosa para o brunch de mais logo... E eu na cama, de pijama, despenteada e a fazer compras online. É por isso que nunca me irei tornar numa blogger de sucesso. 

sábado, 22 de julho de 2017

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Sensibilidade à flor da pele...logo hoje, que é sexta

Há dias em que até deveria ser proibido ter conversas sérias ou discutir assuntos importantes. A pessoa está desconfortável, não se sente no seu melhor, ainda por cima anda aí com as hormonas descontroladas e depois qualquer coisinha irrita, entristece ou magoa. A culpa não é dos outros ou dos assuntos tratados, mas sim do estado de espírito em que estamos. 

Sinto-me muito sensível hoje. Acho que hoje qualquer coisinha me afeta, quanto mais assuntos sérios e coisas sérias para gerir. Sério, há dias em que até devia mesmo ser proibido trabalhar ou interagir com terceiros, muito mais para nos preservarmos a nós mesmos de tristezas e dores exacerbadas do que propriamente pelas reações dos outros aos nossos dramas. 

Aquelas vezes em que perdi uma boa oportunidade para estar calada

Gosto de tudo o que me obrigue a pensar em mim, na minha vida e na forma como a conduzo. Gosto de oportunidade de reflexão sobre mim mesma porque aprendo sempre alguma coisa e é sempre bom saber o que precisamos de mudar ou melhorar.

Inspirada neste post aqui, do blog Marés, estive a pensar nas vezes em que disse ou pensei que nunca faria ou seria ou diria x e y e depois me arrependi... Ou seja, daquelas vezes em que cuspi para o ar e me caiu em cima. Ora vejamos:
  1. Eu odeio o novo acordo ortográfico e nunca o irei usar! Estava tão enganadinha... Resisti enquanto pude, mas comecei a usar mais a sério quando tive que começar a escrever a minha tese e, a partir daí, habituei-me. Sou uma velha do restelo em muitas coisas, mas a verdade é que esta mudança era necessária e agora nem dou por ela.
  2.  Casar não muda nada e é um desperdício de dinheiro, não quero casar, não preciso do papel para nada que o que interessa é o amor. Claro que o que interessa é o amor, a relação que as pessoas têm e não é casar que torna o casal mais feliz. Continuo a achar que a maioria dos casamentos de hoje em dia só servem para as pessoas desperdiçarem dinheiro. Mas agora que estou numa relação há 10 anos, que tenho quase 25 e muitos projetos para o futuro, casar é um sonho. Não casar pela igreja, big party, vestido de princesa e essas coisas todas. Turns out que preciso do papel, sim. 
  3. Nunca vou ser igual à minha mãe! Guess what? Nem vale a pena... Tudo o que me enerva na minha mãe, eu sou e faço igual.
  4. Os meus pés são horríveis, nunca vou usar sandálias! Sapatilhas é que são confortáveis. Aquela mentalidadezinha de adolescente insegura e que não quer mostrar-se muito feminina sob pena de acharem que é uma princesa e "eu sou é uma gaja super forte e independente". Depois de experimentar, não quis outra coisa. Adeus morrer de calor no Verão e de frio no Inverno. Sandálias, sabrinas e botas são a minha cena... Agora raramente uso sapatilhas.
  5. Não preciso de carro próprio para nada! Dizia eu com 20 anos, acabada de tirar a carta e condutora de fim de semana. O carro emprestado do meu pai servia-me perfeitamente, achava eu. Agora adoraria ter o meu próprio carro, não porque não tenha o do meu pai disponível sempre que preciso, mas porque é muito chato estar sempre a depender dos outros ou a ter que pedir. Detesto pedir favores, detesto não depender só de mim. Mal posso esperar para ter um carrinho meu e fazer dele e com ele o que me apetecer.
  6. Nunca hei de fazer madeixas, odeio madeixas! Pois, claro. Não só foi a primeira coisa radical que fiz ao meu cabelo (contra a minha vontade - eu queria pintar, as pessoas do cabeleireiro acharam que era muito cedo e que ia estragar o cabelo, então disseram para fazer antes madeixas, que odiei e acabei por pintar "por cima" no dia a seguir), como ainda acabei por fazer madeixas este ano. E voltei a não gostar e a tirar tudo, mas fiz.
  7. Telemóveis touchscreen são coisas muito moderninhas e sem necessidade nenhuma, eu hei de ter sempre um telemóvel de teclas, da Nokia! Sure. Acabei por me render aos ecrãs touch e, claro, nem haveria agora de encontrar muitas opções de telemóveis com teclas. Coisas que dizemos sem fazer ideia das avanços tecnológicos futuros.
  8. Só quero estudar até ao 9º ano e ir logo trabalhar. Estudar não serve de nada nem é garantia de nada. Até há pouco tempo não era sequer obrigatório estudar até ao 12º ano. Quando andava no segundo ciclo, achava que ia completar o 9º ano e começar logo a trabalhar. Acabei o 9º ano e inscrevi-me no secundário, claro. Depois dizia que não queria ir para a Universidade e, a ir, iria tirar o curso de jornalismo em Coimbra. Saiu tudo ao lado. Fui para a Universidade, escolhi entrar no Porto e entrei na minha primeira opção, Psicologia. Continuo a achar que estudar não é garantia de um futuro melhor, mas é óbvio que estudar serve de muita coisa e aconselho toda a gente a estudar o máximo que possa, mais que não seja pelo enriquecimento pessoal.
  9. Não gostar nada de algumas pessoas por puro preconceito e depois tornar-me amiga delas. Não costumo errar quando não vou com a cara de alguma pessoa, mas já aconteceu algumas vezes ter uma opinião errada da pessoa por me ter baseado apenas em aparências ou julgar certas atitudes sem conhecer verdadeiramente a essência das pessoas. Já fiz amizades sérias e bonitas com pessoas de quem não gostava no início.
  10. Achar que, depois de sair da faculdade, ia logo arranjar emprego e casar num curto espaço de tempo. Sabia que as coisas no mundo do trabalho estavam más, mas nunca imaginei que seria assim. Desisti de procurar trabalho na minha área porque entretanto arranjei um emprego onde me sinto apreciada e sou paga pelo trabalho que faço, com todos os direitos e mais alguns, num ambiente excelente, e onde tenho oportunidades que, trabalhando na área, nunca teria. Mas na minha cabeça de sonhadora, achava mesmo que em 2016 já teria um bom emprego na minha área de estudos e já teria casado (ou viveria com ele, pelo menos). Não podia estar mais enganada.

Inspirem-se vocês também e partilhem connosco as coisas que tinham como verdades absolutas e acabou por vos sair tudo ao contrário :)

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Um post diferente

Acho que, das coisas mais bonitas que a blogosfera tem, a divulgação de boas causas está bem lá no topo. Não é o tipo de posts que costumo fazer, não por não apoiar várias causas, mas porque não surge muitas vezes a oportunidade. Na verdade, acredito que, quando queremos ajudar, sabemos como fazê-lo, mas não custa nada divulgar causas para que se tornem mais conhecidas e atraiam a boa vontade de muita gente boa que por aqui anda. 



Hoje divulgo a causa Luta por um sorriso, pois foi a que mais recentemente me chegou às mãos. Deixo o link da página de facebook e um pouco da história do seu surgimento, para que possam conhecer e, quem sabe, divulgar e apoiar esta mesma causa. 

Por trás da Luta por um sorriso está um grupo de voluntários dispostos a ajudar quem mais precisa, com foco de atuação em famílias carenciadas, monoparentais, desfavorecidas e com especial atenção a famílias com crianças. Através da página de facebook, qualquer pessoa pode pedir ajuda e este grupo de voluntários une-se para fazer face às necessidades apresentadas. Obviamente, todas estas coisas têm custos e, por isso mesmo, quem quiser ajudar estas pessoas a ajudar quem mais precisa, pode fazer donativos e/ou associar-se à causa como voluntário ou parceiro (fornecendo serviços, por exemplo). O post serve não só para pedir a vossa atenção para uma possível ajuda a esta causa, mas também para divulgar a existência de um grupo de pessoas capazes de ajudar quem necessita, no caso de vocês ou alguém que conheçam estar a precisar de ajuda e não saber a quem recorrer. 

Aqui ficam os dados:

Página de facebook - Luta por um sorriso
Contacto telefónico - 919 088 879
Endereço de email - lutaporumsorriso@gmail.com
IBAN - PT50 0036 0167 99100079729 61

Mantra


quarta-feira, 19 de julho de 2017

E andava eu a dizer que queria ver mais de 50 este ano, sure

Passou mais de metade do ano e ainda nem 10 filmes vi. Sou uma vergonha! Claro que depois a rubrica "um mês em filmes" fica ao abandono. Nem tempo para séries temos arranjado, quanto mais filmes. Esta vida de adulto não é fácil, há sempre mil coisas a competir pela nossa atenção e há que fazer escolhas. Os filmes têm ficado para último plano. 

Deixem-me sugestões de bons filmes, please, para ver se me abre o apetite e vejo alguns. 

10 coisas sobre mim


  1. Sou madrinha da filha da minha madrinha :)
  2. Estou a trabalhar em algo que sempre disse que não queria fazer e estou a gostar
  3. Acho que nunca poderia ter uma senhora das limpezas em casa porque odeio que mexam nas minhas coisas, nas minhas roupas, que mudem as coisas de sítio...
  4. Adoro bombos!
  5. Digo muitos mais palavrões do que seria suposto para uma menina pequenina e fofinha como eu :)
  6. Nunca hei-de morrer por fazer algum desporto radical porque eu simplesmente evito tudo o que seja perigoso e tenho um medo louco de alturas e de coisas que me fogem do controlo
  7. Não gosto de fruta madura, detesto aquela textura mole que se desfaz na boca. Só como fruta dura.
  8. Dormi com a minha avó até aos 14 anos.
  9. Adoraria participar num daqueles programas do TLC em que há pessoas com TOC que vão fazer limpezas a casas de pessoas que são acumuladoras. Não é que goste particularmente de limpezas, mas adoro ver tudo organizado e quando vejo bagunça, a vontade que tenho é começar a distribuir coisas pelo lixo e limpar! (crazy me, I know)
  10. Sei uma quantidade absurda de letras de músicas pimba portuguesas e outras tantas músicas  estrangeiras muito foleiras, fruto de muitos anos a ver programas da manhã e da tarde na tv portuguesa e das cassetes que o meu pai gravava para ouvirmos no carro.